quinta-feira, 19 de abril de 2012

HENRIQUE ALVES DEFENDE ALTERNATIVA PARA AEROPROTO DE MOSSORÓ NÃO FECHAR

O deputado Federal Henrique Eduardo Alves, acompanhou a governadora Rosalba Ciarlini durante reunião da bancada federal do Rio Grande do Norte com o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito. O encontro, nesta quinta-feira (19), em Brasília, foi para discutir o funcionamento do atual aeroporto de Mossoró e as restrições operacionais impostas pela Aeronáutica.

Além da bancada federal, secretários de estado e municipais de Mossoró, vereadores, deputados estaduais e empresários locais compareceram à reunião no comando da Aeronáutica. O ministro Garibaldi filho, da previdência social, também a companhou a governadora.

 O setor da construção civil é o mais prejudicado com os limites e gabarito para novas construções na área mais nobre da cidade onde fica uma das cabeceiras da pista do aeroporto Dix-sept Rosado. O comando da Aeronáutica identificou 21 obstáculos, desde postes de iluminação pública e antenas até prédios que dificultam as operações de pouso e decolagem, pondo em risco a segurança dos aviões e passageiros e das pessoas em terra.

”A população em terra e os passageiros estão ameaçados”, explicou o brigadeiro. Ele disse que não há má vontade da Aeronáutica com as restrições impostas à Mossoró e outros aeroportos brasileiros em situação crítica. “São regras internacionais de segurança de vôo das quais o Brasíl é signatário”, disse Saito.

A necessidade de uma nova pista com terminal de passageiros fora da cidade foi ponto de conciliação entre os participantes da reunião. “Precisamos de uma solução definitiva e de uma alternativa a curto prazo”, endossou o líder do PMDB na Câmara dos Deputados. A previsão é de que o novo aeroporto seja construído entre três e cinco anos. A obra deverá custar R$ 100 milhões. O projeto, afastado 7 km da cidade, fica entre a BR-405 e a RN-15, estradas que ligam Mossoró com Baraúna e Apodi.

Já as adequações do aeroporto Dix-Sept Rosado poderão custar R$ 15 milhões se forem consideradas viáveis pelo comando da Aeronáutica. Entre as alternativas postas para uma possível solução está a ampliação da pista em direção ao contorno da BR-304 para que haja um ganho na segurança de pousos e decolagens.

A remoção de obstáculos como postes e antenas também será necessária.  As adequações se forem aprovadas pela Aeronáutica e Secretaria Nacional de Aviação Civil, poderão manter o atual aeroporto em operação, ainda que com restrições, até a construção de um novo aeroporto, disse o brigadeiro.
F: AssImp

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